segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Falso PlayStation 4 à venda no Mercado Livre

“Um funcionário da Sony vendeu para a Tecnoplus um prototico do Playstation 4 e agora você tem a chance de ser o primeiro a jogar”, diz um anúncio brasileiro no Mercado Livre.

“Prototico?”, pergunta você, sábio leitor. Nós da INFO, sem saber o que é isso, também não achamos nenhuma referência sobre o produto em um site chamado Tecnoplus. Nem mesmo ouvimos falar do jogo “Final Fantasy 14: The Emo World”, que acompanha o console e dois controles.

O anúncio, claro, é uma brincadeira - assim como a escrachada “Nave Invisível da Mulher Maravilha”, que fez sucesso há pouco tempo pelo Twitter.

Não muito sutil, a venda online do PlayStation 4 recebe uma montagem de um console futurista e algumas características de hardware, como um HD de 2000GB, uma GPU 8400GS 2GB DX10 e memória RAM 32GB DDR3 2000MHZ.

O vendedor, que aparece como morador do Acre, ainda diz que seu PlayStation 4 “sensível a quedas” lê e grava CD, DVD e Blu-Ray. Tudo por 500 reais.

Em tempo, antes que seja tarde: apesar de fazer mistério em relação a seus projetos e protótipos (isso, com “p”) de videogames, a Sony nunca fabricou um PlayStation 4.

O último lançamento da marca no setor foi um PlayStation 3 com HD maior, em 3 de novembro deste ano. Verdadeiro, o console tem preço de 350 dólares e vem com disco rígido de 250 gigabytes.

A MS conseguirá retirar jornais do Google?

Existe uma intrigante ideia pairando na mídia: a Microsoft quer tanto superar o Google em buscas online que talvez pague os jornais para retirarem seu conteúdo dos resultados do gigante.

Só não esperem que este seja um plano lucrativo para os jornais.

A estratégia nada ortodoxa enfrentará alguns impedimentos, começando por este: a Microsoft não deve organizar um boicote ao Google, de acordo com fontes com conhecimento do assunto.

Isso contradiz outras fontes que disseram ao Financial Times e a outros jornais que a News Corp., dona do Wall Street Journal, está negociando um plano que impediria o Google de indexar seu conteúdo, em troca de uma pagamento da Microsoft.

As afirmações conflitantes são coerentes em um aspecto: a Microsoft está conversando com diversos veículos da mídia, incluindo a Associated Press, a respeito de como o Bing!, seu mecanismo de busca online, poderia exibir reportagens, imagens e vídeos de forma original.

As discussões poderiam resultar em novos acordos de compartilhamento de receita ou em outros tipos de pagamento - mas não vão necessariamente exigir um boicote ao Google.

Em teoria, pedir que a mídia impeça o Google de indexar seu conteúdo daria à Microsoft um alívio em seu castigo, já que o Bing! teria material que o Google não poderia oferecer, dando às pessoas um novo motivo para recorrer a outros mecanismos de pesquisa que não sejam o do Google.

Mas mesmo se a Microsoft estivesse desesperada para pagar por direitos exclusivos de indexação, ela teria ainda que gastar muito para garantir que os internautas soubessem que o Bing! tem informações que o Google não tem - talvez nem isso seja suficiente para mudar o hábito das pessoas de acessar o Google, de acordo com o analista da Forrester Research Shar VanBoskirk.

"A realidade é que as pessoas foram treinadas para acessar o Google em busca de informação, por isso se você não aparece no Google, terá prejuízo", ele comentou.

Sites de jornais precisam de todo o tráfego que puderem atrair, porque a receita gerada online não está nem perto de equilibrar as perdas com o impresso. A receita com publicidade impressa está há três anos diminuindo e deve em breve atingir seu mais baixo nível desde 1987.

Mais de 21% dos cliques em sites de jornais vem do Google, segundo a Experian Hitwise. Apenas 2% vem do Bing!, porcentagem menor do que a de outras referências como o Facebook, o Yahoo! ou o Drudge Report.

Até editoras que estão pensando em limitar o acesso do Google a alguns títulos sabem que provavelmente seria contraproducente eliminar os vínculos com um mecanismo de busca essencial para a navegação online.

Entretanto, algumas editoras não veem o Google como um aliado. Elas sabem que o sucesso do Google depende em parte da capacidade do seu mecanismo de busca de exibir trechos de reportagens e fotografias sem pagar por esse privilégio.

Ou então reclamam que os internautas que chegam até seus sites a partir do Google leem apenas uma reportagem e depois se vão.

O Google alega que seu mecanismo de busca é uma bênção para as editoras porque leva milhões de visitantes às suas páginas todos os meses.

"Cada uma dessas visitas oferece uma oportunidade de negócio para que as editoras exibam anúncios, conquistem leitores fieis e vendam assinaturas", disse o porta-voz do Google, Gabriel Stricker.


Vendas do Kindle batem recorde mensal em novembro, diz Amazon

A varejista on-line Amazon informou que o seu aparelho digital de leitura Kindle bateu recorde de vendas em novembro, enquanto empresas rivais ainda enfrentam dificuldade para atender a encomendas por seus dispositivos. A declaração foi dada nesta segunda-feira (30).

A Amazon disse que os clientes estão comprando vários Kindles de uma só vez como presentes de Natal, e que empresas estão adquirindo o dispositivo "em grandes quantidades" para dar de presente a empregados ou clientes. A Amazon não forneceu, contudo, números de vendas.

A declaração da Amazon.com sobre o sucesso do Kindle vem após os avisos da Barnes & Noble e da Sony aos consumidores de que os seus e-readers estavam esgotados antes do início da temporada de compras de fim de ano devido à alta procura.

Apesar de a demanda comprovar o interesse dos consumidores por dispositivos dessas marcas, a Barnes & Noble e a Sony parecem ter perdido uma oportunidade de ganhar participação no mercado contra o líder Kindle.

No domingo, a Barnes & Noble disse que iria adiar a remessa do leitor recentemente lançado Nook às lojas por ainda se esforçar para entregar os dispositivos vendidos antecipadamente durante o pré-lançamento.

A loja de livros disse na semana passada que tinha reduzido a sua previsão de lucro porque espera uma temporada de compras difícil, assim como maiores custos para acelerar a produção do Nook.

Nokia planeja celular com Linux e não venderá fábricas

A Nokia planeja vender apenas um novo modelo de celular inteligente com sistema Linux no ano que vem, informou uma fonte à Reuters nesta segunda-feira (30), o que reduz as perspectivas de uma reformulação rápida na linha de produtos da companhia finlandesa.

Um porta-voz afirmou que a maior fabricante mundial de celulares não tem planos de vender fábricas, esclarecendo comentários anteriores de um executivo, em preparação para a atualização de estratégia que a Nokia divulgará na quarta-feira.

Anssi Vanjoki, vice-presidente de marketing da Nokia, disse à revista alemã "Wirtschaftswoche" que a empresa, que enfrenta queda nos preços dos celulares e concorrência intensificada no segmento de modelos mais sofisticados, não descartava a possibilidade de vender sua divisão central, a de fabricação de celulares.

O sistema operacional Linux Maemo é considerado essencial para a Nokia na disputa com o iPhone da Apple, e muitos analistas e participantes do setor esperavam o lançamento de numerosos modelos equipados com o Linux no ano que vem.

A Nokia começou a vender seu primeiro modelo equipado com o Linux, o N900, que ocupa o topo de sua linha, este mês.

O plano para um único modelo equipado com o Linux também atenuou os rumores de que a empresa pretendia substituir o sistema operacional Symbian em toda a sua linha de produtos.

"Mantemos nosso firme compromisso para com o Symbian como plataforma Nokia para celulares inteligentes", disse outro porta-voz da empresa, acrescentando que a companhia não comentará planos sobre futuros produtos.

A Nokia vai realizar uma reunião para analistas e investidores na quarta-feira, um evento no qual ela tradicionalmente delineia e atualiza sua estratégia para o ano seguinte.

A rival mais próxima da Nokia, a Samsung Electronics, melhorou sua projeção de venda de celulares em 2009, nesta segunda-feira, devido ao crescimento acelerado nos modelos com tela de toque. Apesar disso, analistas alertaram que a disparada nos volumes pode não garantir margens de lucro mais elevadas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Bradesco planeja eliminar senha numérica

O Bradesco está fazendo testes para viabilizar a eliminação das senhas numéricas nos terminais de autoatendimento (ATMs).
Para fazer a identificação do cliente, o Bradesco usará apenas a biometria pela palma da mão. “Já comprovamos que esse é um método 100% seguro”, diz Laércio Albino Cezar, vice-presidente de tecnologia do Banco Bradesco. “Isso dará mais rapidez no acesso ao serviço ao cliente para fazer transações, consultas, saques nos ATMs”, diz. Segundo Albino, os testes para verificar eliminação da senha numérica terminam em 30 dias. “Tudo indica que a eliminação das senhas numéricas nos ATMS é viável”, diz: A biometria pela palma da mão está em uso em 2038 agências, que têm 10340 máquinas com dispositivos compatíveis. Até agora, já foram cadastrados 1,5 milhões de clientes e realizadas 3 milhões de transações com o sistema biométrico, segundo Albino.

Google se desculpa por imagem racista sobre Michelle Obama

O Google divulgou nesta terça-feira (24) uma mensagem no qual pede desculpas por resultados ofensivos após buscas pelo termo "Michelle Obama" incluir imagem que caracteriza a primeira-dama dos Estados Unidos como um macaco.
Por meio de uma mensagem que aparece na área reservada a anúncios patrocinados nos resultados da busca por imagens de Michelle Obama, a Google lamenta que seu buscador possa mostrar conteúdos ofensivos, mas acrescenta que não retirará nenhum deles.
"Às vezes, as buscas do Google podem produzir resultados perturbadores, inclusive quando os pedidos são inofensivos", diz a companhia ao assegurar que não apoia os pontos de vista expressados por esses conteúdos.
A imagem ofensiva da primeira-dama causa polêmica desde a semana passada, quando o Google alegou que a página que a abrigava era uma fonte de vírus para os usuários e decidiu retirar o link correspondente de seus resultados de busca.
Porém, a imagem não demorou a reaparecer hospedada em um novo servidor, e se tornou o primeiro resultado que aparece na busca por imagens de Michelle Obama, algo que a companhia afirma não poder controlar.
"A posição de um site na classificação de resultados do Google depende fundamentalmente de algoritmos de busca, que usam milhares de fatores para calcular a relevância de uma página em relação a uma demanda particular", explica o comunicado.
Não eliminar
A companhia ressaltou que sua maior prioridade é a "integridade dos resultados de busca", e por isso descarta "eliminar páginas dos resultados simplesmente porque seu conteúdo seja impopular ou porque recebamos queixas a respeito".
"Só eliminaremos as páginas se acharmos que o site viola nossas regras de uso, se acharmos que a lei nos obriga a isso ou sob pedido do responsável da página em questão", acrescentou.
Um comunicado similar aparece após a busca por páginas que contenham a palavra "jew" ("judeu", em inglês), em relação a um resultado que alude à negação do Holocausto.
"Se você usou o Google ultimamente para buscar a palavra 'judeu', é provável que tenha encontrado resultados muito inquietantes", diz a mensagem da empresa, que oferece as mesmas explicações do caso da imagem da primeira-dama dos EUA.
"Às vezes, as sutilezas da linguagem provocam o aparecimento de anomalias que são imprevisíveis", acrescenta.
"No caso de 'judeu', isto ocorreu porque (o termo) é usado em muitas ocasiões em um contexto antissemita", algo que, segundo a empresa, não ocorre com os termos "judaísmo" ou "judeus", no plural.

Telefônica lança aparelho que promete ser "evolução do telefone fixo"

A Telefônica lança nesta quarta-feira (25), em evento para jornalistas em São Paulo, um aparelho que promete ser a evolução do telefone fixo residencial, chamado Orby. O produto possui tela touchscreen (sensível ao toque) e se conecta à rede em banda larga. Segundo a companhia, é o "smartphone da casa digital".
O aparelho será apresentado por Benedito Fayan, diretor de inovação e novos negócios da Telefônica, além de um porta-voz da Intel. A companhia vai revisar seu plano anterior para o Orby, divulgado em 2008, que previa disponibilizar o aparelho para todo o mercado brasileiro no primeiro trimestre deste ano.
A ideia é que o produto dê acesso a serviços de notícias, previsão do tempo e multimídia, além de ser um telefone fixo comum. O controle desses serviços se dá por meio de aplicativos que aparecem na tela do Orby (a aparência remete a um iPhone, da Apple).
Também será possível com ele rodar música, vídeo e fotos em vários formatos.