terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

William Bonner lidera votação em "Oscar" do Twitter

O jornalista William Bonner é o líder da categoria jornalística do prêmio Shorty Awards, cuja segunda edição se propõe a coroar os melhores conteúdos feitos por usuários e desenvolvedores no serviço de microblogs Twitter.

A votação começou na segunda-feira (1º) e termina na sexta. Para votar, é preciso ter um perfil na rede social.

A premiação ocorre no dia 11 de fevereiro em Nova York. Os ganhadores serão convidados pelo evento para recebê-lo pessoalmente nos Estados Unidos.

Até o fechamento da reportagem, Bonner registrou mais de 610 votos --o número é mais que o dobro da segunda colocada, Rachel Maddow, da rede de TV norte-americana MSNBC, que conseguiu quase 300.

Há, no entanto, diversas categorias além da de jornalismo. São elas: propaganda, aplicativos, arte, marcas, celebridades, instituição cultura, serviços ao consumidor, design, entretenimento, finanças, alimentação, governo, saúde, humor, inovação, jornalismo, literatura, música, notícias, sem fins lucrativos, política, ciência, esportes, tecnologia, viagens e esquisitos.

As inscrições e indicações foram feitas por usuários do serviço de microblogs. Os indicados foram encorajados a responder um questionário, para que os organizadores soubessem as razões da indicação.

Segundo o site de votação, o resultado vai combinar o julgamento da Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences, que organiza o evento, com a votação popular.

A Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences é formada por diversas personalidades, geralmente adeptas do Twitter --vão desde a atriz Alyssa Milano, passando pelos fundadores do site de classificados Craigslist e pelo executivo-chefe do Creative Commons, até um colunista do jornal "The New York Times".

Chrome ganha usuários de Firefox e IE

O Google Chrome bateu a marca de 5% de market share em janeiro, de acordo com a empresa de pesquisa Net Market Share. Em novembro, o browser já havia batido o Safari, da Apple, e se tornado o terceiro mais utilizado, perdendo para o Internet Explorer e o Mozilla Firefox.

O browser da Microsoft vem caindo paulatinamente. Em março de 2009, o market share era de 68,46%. Em janeiro último, ficou em 62,18%. Já o Firefox viu um pequeno aumento de usuários no mesmo período - foi de 23,3% para 24,41%. Mas de dezembro de 2009, quando marcava 24,51%, para janeiro último, perdeu 0,20 pontos percentuais.

Os números sugerem que, em janeiro, o Chrome tomou espaço de seus maiores concorrentes. Mas não só ele. Apesar de ter caído do terceiro para o quarto lugar desde dezembro de 2009, o Safari não encolheu - ele cresceu menos do que o Chrome. O browser da Apple também vem ganhando pontos. Em março de 2009, ocupava 3,63% do market share. Em janeiro último, marcou 4,51%.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Piratas virtuais invadem site da Mancha Verde

O site da Mancha Verde, a torcida organizada do Palmeiras, foi invadido por piratas virtuais na manhã desta segunda-feira (1º).

O invasor colocou uma foto de um fantasiado como o personagem Peter Pan e os textos "Mancha Rosa" e "Mancha Alvigay".

Procurada pela Folha Online, a Mancha Verde relatou que acabou de notar o problema, e já pediu ao administrador do site que o resolvesse. Disse que é a primeira vez que aconteceu algo assim.

O representante da Mancha Verde afirmou também não ter ideia de quem possa ter invadido o site, apenas desabafou que "deve ser algum hacker gambá maldito que fez isso" --ele não quis se identificar. O atendente esclarece que "gambá" se refere ao clube rival Corinthians.



A Mancha Verde acrescentou que, na madrugada desta segunda-feira, o site da escola de samba

da Mancha Verde também havia sido invadido --o que já foi resolvido. Na ocasião, teria sido publicada uma foto do atacante do Corinthians Jorge Henrique.

A torcida organizada também afirmou desconhecer "Felipe Crivellari", cujo e-mail supostamente aparece na imagem do site invadido.

Chips DDR3 de 30 nm vão ser fabricados no meio do ano

Eles consomem menos energia, são mais rápidos e logo serão fabricados em massa. Os chips de memória DDR3 vão substituir os já rápidos DDR2 e a tecnologia de 30 nanômetros usada em sua produção vai se expandir para outros chips de memória logo logo.

A Samsung vai lançar os primeiros chips de 2 GB e promete que eles têm um custo-benefício melhor que a geração anterior de 50 nm. Mas mesmo que a coreana esteja à frente de outros fabricantes de memória DRAM, ainda perde para a IM Flash Technologies, empresa composta pela Intel e pela Micron Technology. A IM já fabrica componentes de chip minúsculos com tecnologia de 25 nm. Mas, para a sorte da Samsung, ela não produz DRAM, apenas chips de memória flash.

Graças a eles que conseguimos ter smartphones, câmeras e players cada vez menores: os chips de 30 nm têm componentes menores que os dos chips anteriores, de 50 nm, como transistores de tamanho microscópico. Disso vem o ganho na velocidade e no consumo de energia, de cerca de 30% a menos que os de 50 nm.

Como vão sair das fábricas americanas só no meio do ano, ainda deve demorar para que os brasileiros possam desfrutar da tecnologia. Mas antes mesmo de pensar em ter um, aí vai uma pergunta para a Samsung: o custo-benefício bom para a fabricante vai se refletir na vida de quem quiser comprar?

Sony estreará reality show no PS3

No reality show "O analista" (The Tester), o principal prêmio é um emprego.

A Sony vai colocar no mercado "O analista" por meio do PlayStation 3 no dia 18 de fevereiro. o objetivo? Criar um clima de competição acirrada entre os jogadores para descobrir quem é o melhor para testar um game novo.

O vencedor será realmente contratado como analista de novos games da Sony. Será um cargo iniciante, mas uma forma de entrar na indústria por métodos não convencionais.

Os concorrentes incluem um escritor de Ohio, um professor de torcida profissional da Califórnia e um vendedor de carros usado de Maryland.

Segundo a fabricante do PS3, o reality show faz parte de sua estratégia de oferecer conteúdos além de jogos para o PlayStation.

Nokia reduz preços de celulares com crescimento do mercado mundial

A Nokia cortou os preços de aparelhos em seu portfólio no fim de janeiro, colocando smartphones mais baratos de sua linha em rota de colisão com celulares de custo médio das rivais Samsung e Sony Ericsson.

A empresa disse que as mudanças de preços são parte normal dos negócios. A maior fabricante mundial de celulares geralmente corta os preços de seus produtos algumas vezes por ano.

Diversas fontes na indústria disseram que o corte de preços pode chegar a até 10%.

Após o corte de preços, o smartphone mais barato da Nokia, o 5230, passou a ser vendido no varejo por 170 euros (R$ 442) na Finlândia. No atacado, o preço geral de venda do modelo foi para menos de 120 euros (R$ 312).

A demanda por smartphones mais baratos ajudou o segmento a crescer apesar da recessão, desafiando a tendência da indústria. As vendas saltaram 30% entre outubro e dezembro, segundo a Strategy Analytics.

A Nokia afirmou na semana passada que a receita com smartphones saltou 26% na comparação entre o terceiro e o quarto trimestres, para 3,9 bilhões de euros (R$ 10,12 bi), ajudando a reforçar o resultado.

A queda nos preços afeta fabricantes como a Sony Ericsson que se focaram em telefones com atributos medianos, que geralmente trazem boas câmeras ou players de música, mas carecem de funções mais parecidas com as de computadores.

"Essa recente rodada de ajustes de preços que vemos a Nokia fazer leva os aparelhos Symbian de baixo custo da empresa a novo território", afirmou Ben Woods, diretor de pesquisa na CCS Insight, uma empresa britânica que acompanha os preços de vendas de celulares na Europa.

Os cortes de preços acontece em um momento em que a indústria retorna ao crescimento após um 2009 fraco marcado por demanda deprimida dos consumidores. A Nokia espera que o mercado de celulares cresça 10% neste ano.

sábado, 30 de janeiro de 2010

China intensifica defesa dos controles sobre a internet

A China ampliou na segunda-feira (25) seu ataque às críticas dos Estados Unidos contra a censura da internet, intensificando uma disputa que colocou o Google no meio de uma desavença política entre as duas potências globais.

A China reforçou sua defesa das restrições à internet, quase duas semanas depois de o Google, provedor do maior mecanismo de buscas do mundo, ter dito que queria o fim da censura a seu site chinês Google.cn e que estava alarmado com ataques de piratas virtuais dentro do país.

As queixas do Google encontraram respaldo na Casa Branca, mas a China rebateu acusando Washington de "mentiras" e usar a internet para apoiar a subversão no Irã.

A disputa vem reforçando os atritos entre Pequim e Washington, que já se desentendem em relação ao comércio, às vendas norte-americanas de armas para o Taiwan e aos direitos humanos.

A intensidade crescente da disputa em torno da internet pode reduzir a margem de que os dois lados dispõem para recuarem sem alarde enquanto procuram cooperar sobre questões financeiras e diplomáticas mais amplas.

"Quanto mais este caso assumir importância política de alto nível maior para o governo chinês, maior é a probabilidade de o governo se ater à sua posição", comentou David Wolf, presidente da empresa Wolf Group Asia, sediada em Pequim, que assessora investidores nos setores de mídia e de telecomunicações na China.

"O governo chinês não pode permitir que seja visto como estando recuado sobre uma questão tão fundamental", disse Wolf.

Hillary

Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, exortou a China e outros governos autoritários a acabaram com a censura à internet. Sua declaração suscitou uma repreensão aguda de Pequim.

Depois de o Google fazer suas primeiras críticas, Pequim se calou. Agora, autoridades chinesas resolveram contra-atacar Washington novamente.

Na crítica mais recente, um porta-voz do Escritório de Informações do Conselho de Estado chinês disse que a China "proíbe o uso da internet para subverter o poder do Estado e destruir a unidade nacional, para incitar ódios e divisões étnicas, para promover seitas e para distribuir conteúdos pornográficos, obscenos, violentos ou terroristas".

As declarações da pessoa, cujo nome não foi citado, foram divulgadas no site do governo central chinês (www.gov.cn).

"A China tem ampla base legal para punir tais conteúdos nocivos, e não há lugar para dúvidas quanto a isso. Isto é completamente diferente da chamada restrição à liberdade na internet", disse o porta-voz.

As declarações do governo chinês foram acompanhadas por declarações no jornal oficial, tendo Washington como alvo.