terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Câmera Olympus Stylus Tough 3000 é dura na queda


Mais uma câmera linha-dura chega ao mercado para acompanhar os aventureiros ou desastrados de plantão. A Olympus mostrou, durante a CES, sua Stylus Tough 3000, capaz de continuar tirando fotos de 12 MP até debaixo d’água.

Para ser preciso, ela pode fazer mergulhos de até 3 metros e suporta quedas de 1,5 metro. Além disso, com a nova câmera da Olympus, é possível continuar fazendo filmes de 720p em temperaturas de até 10ºC negativos.

Destaque para o fato de ela carregar um acelerômetro. Graças ao dispositivo (que também é utilizado no Nintendo Wii), a câmera pode ser controlada com alguns “tapas”. Ótima solução para pessoas que estiverem usando luvas na hora de bater a foto.

Como qualquer câmera compacta da atualidade, a Stylus Tough 3000 tem sistema de reconhecimento de faces, de estabilização de imagens e tecnologia para fazer fotos panorâmicas.

Ela começará a ser vendida no mercado gringo em fevereiro pelo preço de 320 dólares.

Asus G73jh é feito especialmente para os gamers

A Asus não deve estar gostando do crescimento da Alienware, de seu lançamento na CES 2010 e de toda a potência do M17x. Por isso, ela resolveu anunciar, durante a feira em Las Vegas, o G73jh, um notebook com configuração digna de um desktop.

Mesmo ainda não tendo visto a máquina de perto, acreditamos que ela siga o mesmo padrão do Alienware M17x de design, ou seja: cheia de detalhezinhos e desenhos e um formato mais quadradão. Mas enquanto o M17x parece impossível de transportar por aí, o G73jh mostra um formato mais enxuto. A tela de 17,3 polegadas do notebook tem resolução full HD, com 1920 por 1080 pixels.

Como era de se esperar, ele leva o selo Republic of Gamers da Asus, insígnia entregue apenas aos mais monstruosos produtos da marca para os jogadores hardcore. Mas vamos ao que interessa, sua configuração, não?

Em sua configuração máxima, o laptop poderá ter a última geração de processadores Core i7, da Intel, até 8 GB de memória RAM no padrão DDR3, 1 Terabyte de espaço interno e uma nada humilde placa de vídeo ATI Radeon HD 5870.

Preço e disponibilidade? Já era de se esperar que a Asus não confirmou nada sobre o G73jh. O jeito, como quase sempre, é esperar.

Google está se tornando um monopólio gigante, diz ministra alemã

O Google está se tornando um "monopólio gigante" como a Microsoft e pode enfrentar ações legais se não se tornar mais transparente, disse a ministra alemã de Justiça.

Em entrevista à revista semanal "Der Spiegel", Sabine Leutheusser-Schnarrenberger disse estar preocupada porque a empresa está reunindo muito poder e informação sobre os cidadãos através de seus programas como Google Earth e Google Books.

"De modo geral, o que está ganhando forma é um monopólio gigante, similar ao da Microsoft", disse a ministra. "Minha resposta inicial não é banir algo ou pará-lo. Mas quero criar mais transparência para assegurar que os usuários saibam o que está acontecendo com seus dados", acrescentou.

"Creio que as empresas têm uma obrigação aqui e muitas coisas precisam ser melhoradas. Se isso não acontecer logo teremos que tomar medidas como legisladores."

Membro liberal do Partido Democrata Livre, Leutheusser-Schnarrenberger também serviu como ministra da Justiça entre 1992 e 1996.

Um porta-voz do Google na Alemanha disse que a total transparência aos usuários é central no modo como a empresa opera e que a companhia está constantemente trabalhando para melhorar nesse quesito.

Nokia manda blog sair do ar e depois pede desculpas

O responsável pelo blog NokiaBR recebeu da empresa Nokia uma notificação extrajudicial na terça-feira passada (5) que o mandava tirar o blog do ar e cancelar o domínio. Caso contrário, sofreria um processo de violação de uso de marca.

O responsável pelo blog, José Antonio Oliveira, ficou assustado com a notificação e a estranhou especialmente porque "a Nokia não só conhecia o NokiaBR como o reconhecia", segundo o site Meio Bit.

Ou seja, Oliveira estava entre blogueiros que "eram convidados para eventos, recebiam aparelhos para teste, ganhavam viagens, etc".

Sem coordenação

Na manhã desta terça-feira (12), a fabricante de celulares no Brasil emitiu um comunicado que afirma que a notificação extrajudicial foi emitida "sem revisão interna apropriada do caso".

A empresa admite que "o blogueiro José Antonio de Oliveira deveria ter sido procurado pessoalmente por um representante da Nokia para discutir o tema, e não ter recebido uma notificação legal".

Para o blog Meio Bit, aparentemente a atitude foi tomada a mando da Nokia Finlândia, e "pegou de surpresa todo mundo da Nokia Brasil, que tanto tempo e dinheiro investiu para criar um bom relacionamento com blogs".

O comunicado da Nokia pede desculpas: "Lamentamos profundamente os transtornos causados a José Antônio Oliveira e seus leitores."

E completa: "Estamos em contato com o blogueiro e trabalhando arduamente em busca de uma solução amigável para o caso, conciliatória para as partes, de modo a permitir que ele continue fornecendo informações úteis aos seus seguidores por meio de seu blog o mais rápido possível."

O blog NokiaBR está fora do ar.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Smartphone LG GW620, o Android acessível

Se você está maluco para entrar na onda dos Androids, mas não tem 2 mil reais sobrando para investir num smartphone parrudo, o LG GW620 pode atender à maioria das suas expectativas sem arrebentar com o seu bolso. Esse aparelho com teclado físico bem confortável está custando 749 reais no plano de 120 minutos da TIM, que usamos como referência em nossos testes, mas sai por 1.099 reais, desbloqueado. Há limitações, mas elas não são tão graves: tela resistiva, performance razoável e memória interna pequena.

O excelente teclado QWERTY caiu muito bem num smartphone pequeno assim (ele tem apenas 10,9 centímetros de altura), pois seria difícil digitar na tela de 3 polegadas com rapidez. Ele é até melhor do que o usado no Motorola DEXT, que pode ser considerado seu concorrente direto. Os botões são levemente arredondados e macios, facilitando a identificação das letras – você nem precisa ficar olhando para elas o tempo todo.

Esse display é o menor entre os smartphones com Android disponíveis no Brasil. Mas o tamanho não é seu maior problema, e sim o fato de ser resistivo. Essa tecnologia, criada para os já antigos celulares com caneta stylus, dificulta ações como deslizar o dedo pela tela e pressionar botões pequenos. Para realizar ações como essas, é preciso imprimir mais força do que seria necessário numa tela capacitiva, como a do iPhone.

Uma coisa ainda agrava esse defeito: a falta de uma trackball ou de teclas de navegação. Não há nenhuma opção, além da tela sensível ao toque, para selecionar atalhos ou rolar a tela. Os únicos botões presentes na parte da frente são o tradicional menu, um para ir à tela inicial e outro para voltar, sendo os dois últimos sensíveis ao toque e iluminados por LED.
Numa das laterais do LG GW620, existem teclas de atalho para a câmera e para abrir o player de música. Lá também fica o slot para cartão microSD. Do outro lado, estão os controles para aumentar e diminuir o volume e a porta microUSB, que serve para carregar a bateria e transmitir dados entre o celular e o computador. Na parte de cima, há um botão de liga/desliga, que também bloqueia o aparelho, e uma entrada para fones P2.

Além do sensor de posição, que coloca a tela na horizontal ou na vertical, de acordo com a maneira como você está usando o smartphone, também há um sensor de proximidade. Ele tem a única função de desativar a tela quando ela fica perto do seu rosto. Afinal, a principal função de um telefone continua sendo falar, certo? Nesse quesito, ele manda muito bem, com áudio claro e sem engasgos. Mas, por ser pequeno, seu microfone não fica tão perto da boca como deveria.

Nossa maior irritação, durante o teste realizado pelo INFOLAB, foi quanto à lentidão com que o modelo roda alguns aplicativos. Abrir uma galeria de imagens com muitas fotos e assistir vídeos está longe de ser uma tortura, mas a resposta aos comandos não é imediata. Até o boot é demorado. A inicialização leva 1 minuto e 15 segundos, mas depois ainda é preciso esperar mais alguns segundos para que o equipamento engrene e comece a funcionar com certa velocidade. A culpa disso parece ser da memória interna de apenas 169 MB. Quando ela está cheia, prejudica o desempenho.
Com bom acabamento, mas não muito fino (tem 1,6 centímetro de espessura), o LG GW620 lembra até alguns modelos da Nokia – o N85 é um bom exemplo. Aberto, parece mesmo é com o Motorola DEXT. Só que é um pouco menor, por isso mais confortável de carregar no bolso. A bateria grande deixa o smartphone um tanto pesado para seu tamanho, com 139 gramas. A parte da frente é preta brilhante, enquanto a traseira é prateada. O teclado é preto com letras brancas, que proporcionam ótima leitura.

O material com que o celular foi construído não é daqueles mais nobres, como chapas de metal, mas seu plástico não é de se jogar fora. A carcaça parece firme e resistente, com exceção da tampa, fina demais. O mecanismo que abre e fecha o teclado slider também funciona muito bem, sem rangidos, e não parece que vai sofrer com algum tipo de “jogo” futuramente.

Android 1.5?



Sim, o celular está defasado em relação aos modelos com Android que estão sendo lançados no exterior. Como a versão do firmware instalada aqui ainda é a 1.5, ele fica devendo algumas ferramentas, como a indicação de rota curva-a-curva, encontrada no Google Maps da versão 2.0. Mas os programas de integração com o Google estão todos ali: YouTube, orkut e Google Talk, por exemplo. Um pequeno editor de vídeos também está disponível, assim como o QuickOffice, que serve apenas para ler arquivos.
Quando o assunto são aplicativos, o maior problema do Android no Brasil é que os usuários do país não podem comprar os programas pagos disponíveis no Android Market. Com o LG GW620, não é diferente. A atualização para um QuickOffice com permissão de editar textos, por exemplo, não é possível. Entre outros recursos interessantes, o aparelho tem um bom software para sincronização com e-mails e contatos do Outlook e ainda vem com um dicionário instalado.

Na diversão, o smartphone também merece elogios. Ele é o primeiro Android testado por nós com recepção de rádio FM. O player de música é idêntico ao já visto nos demais modelos com o sistema operacional (aliás, passou da hora de ele ganhar uma atualização no layout, né?). A câmera de 5 megapixels atende às necessidades básicas e tem bons recursos, como foco automático, detector de sorrisos, balanço de branco, temporizador, disparo contínuo e modo panorâmico.

Um teste que nos surpreendeu pelo ótimo resultado foi o de bateria. O modelo aguentou firme por 536 minutos, durante chamadas de voz, mais de 100 minutos acima da média da concorrência. No entanto, ele ainda não é o recordista nesse quesito. O mérito ainda fica com o Motorola DEXT, que suportou 610 minutos.

Cafés questionam vantagem de rede Wi-Fi grátis na Califórnia

Wi-Fi de graça: oferecer ou não? Esse é um dilema que tem levado alguns cafés no Vale do Silício, na Califórnia, a cortar a mordomia dada aos clientes. Isso porque tem gente consumindo pouco e ficando muito no local.

Com exceção de alguns projetos experimentais (como o do Google em Mountain View), a ideia de uma rede sem fio pública e gratuita fracassou na região em todas as suas tentativas --de San Jose a San Francisco. Coube aos cafés ser mais um provedor de internet na vida dos habitantes da região.

E, na prática, os cafés se tornaram o principal local de acesso à rede de muita gente. Numa região em que muitos empregos não dependem de escritório, esses locais se tornaram o novo lugar de trabalho. Abusos passaram a acontecer.

"Tem um cara que vem aqui todo dia, pede um café e passa seis horas conectado", diz Zaki Zambaga, gerente de um café em Berkeley, cidade a 15 quilômetros de San Francisco.

O impacto, segundo os donos e gerentes dos estabelecimentos, é sentido na hora de pagar contas de luz e internet. Eles reclamam que o custo para manter o serviço é muito alto.

Em um outro café, na frente da Universidade de Berkeley, a solução é driblar esse tipo de custo. Ao ser questionado pela reportagem se o local oferecia Wi-Fi, o gerente respondeu: "a gente oferece a rede do vizinho". O vizinho é um hotel.

Outros cafés, no entanto, preferem táticas mais agressivas. Em Santa Cruz, cidade a 95 quilômetros de San Francisco, um estabelecimento causou polêmica entre clientes ao cortar a rede que foi oferecida gratuitamente por muito tempo.

Cafés em San Francisco e Mountain View mantiveram a rede, mas encontraram outra forma de espantar quem exagera. Eles não oferecem extensões de tomadas. Os internautas precisam ir embora quando a bateria de seus laptops chega ao fim. Com essa tática, os comerciantes tentam desocupar as mesas e economizar energia. É assim que se forma o dilema.

Lee Vu, dono de um café famoso em Berkeley por oferecer internet grátis e muitas extensões de tomada, diz que é preciso educar os clientes em relação ao serviço. E completa: "Depois de um tempo no café, eles se sentem culpados se não compram nada".

De uma coluna, faça duas no Excel 2007

De uma coluna com nomes completos crie duas colunas: uma com os nomes e outra com os sobrenomes.

Imagine a seguinte situação: nomes e sobrenomes de pessoas estão numa mesma coluna numa tabela do Excel e você gostaria de separá-los em colunas diferentes. O truque aqui é selecionar a coluna que contém os dados, clicar na guia Dados e depois no botão Texto Para Colunas. Marque, na janela seguinte, a opção Delimitado e clique em Avançar. Em seguida, marque o item Espaço e clique Concluir (se quiser alterar o formato dos dados ou a posição das novas colunas, antes de clicar em Concluir selecione Avançar mais uma vez). A dica é interessante, mas tem um porém. Os nomes compostos ou sobrenomes duplos ficarão separados em mais de duas colunas.