sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

FBI expede mandado de busca contra Google e Yahoo! por vídeo de repórter nua

O FBI (polícia federal dos Estados Unidos) emitiu mandados de busca contra o Google e o Yahoo! nesta quarta-feira (2) para obter vídeos explícitos e registros eletrônicos envolvendo o homem acusado de perseguir a repórter da ESPN Erin Andrews, publicou o jornal "The Los Angeles Times".

Michael David Barret, 48, do Estado de Illinois (EUA) é acusado de tentar vender vídeos em que a repórter aparece nua, gravados através de fechaduras de hotéis em que ela esteve. No entanto, o réu se declarou inocente em novembro, numa corte federal.

Um agente do FBI indicou que os investigadores estão procurando registros eletrônicos ligados a um vídeo de 42 segundos publicado em junho no site de fotografias Flickr, com o nome de "Hot Blonde Out of Shower" ("Loira gostosa fora do banho", em tradução livre).

O Flickr é da empresa Yahoo!, e a conta associada está ligada a Barret, diz o mandado.

O FBI também está procurando registros eletrônicos de e-mails associados a Barret do Google, de acordo com um segundo mandado de busca.

A repórter Erin Andrews foi escolhida em 2008, em pesquisa da revista "Playboy", como a mais sexy repórter de TV de Esportes, com quase 40% dos votos.

Comissão do Senado aprova projeto de lei contra games "ofensivos"

A Comissão de Educação do Senado aprovou projeto de lei de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames ofensivos "aos costumes e às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos".

O projeto de lei, 170/06, altera a lei 7716/89, equiparando a divulgação de conteúdo discriminatório por meio dos videogames ao crime de preconceito previsto no artigo 20 da lei, com pena de um a três anos de reclusão.

"Alguns jogos têm passado de brincadeiras de mau gosto, sendo arsenal de propaganda e doutrinação contra determinadas culturas", avalia o relator Valter Pereira (PMDB-MS), em seu parecer.

"Não é possível confundir liberdade de expressão dos jogos com culto à anarquia, desrespeito à imagem e honra das pessoas e aos cultos com suas liturgias", conclui ele.

O projeto segue para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa.

Em junho, depois de polêmica causada pelo game "Rapelay", que simula estupros, o órgão regulador japonês proibiu games de violência sexual.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Microsoft luta contra a 'tela da morte'

A Microsoft trava uma batalha contra a "tela da morte". É assim que está sendo chamada uma falha do novo sistema operacional Windows 7. O problema impede que o usuário inicie o sistema assim que efetua o login, provocando uma pane no computador.

A empresa confirmou que está investigando a possibilidade de disponibilizar uma atualização de segurança na próxima quinta-feira. A Microsoft disse ainda que a solução do problema pode estar justamente nessa atualização.

"Estamos analisando os relatórios das últimas atualizações de segurança e seus resultados nos sistemas de alguns consumidores", disse a companhia em uma declaração. "Assim que completarmos nossa investigação, disponibilizaremos um guia detalhado de como prevenir tais acontecimentos".

A "tela escura da morte" parece também ter afetado outros sistemas operacionais como Windows Vista e Windows XP. Quando usuários desses softwares tentam realizar o login, uma tela na cor preta é exibida onde normalmente apareceriam os ícones da área de trabalho.

Segundo a empresa de software Prevx, responsável pelo desenvolvimento de um aplicativo capaz de resolver o problema, milhares de computadores podem ser afetados pela pane.

"A causa do bug deve estar relacionada a uma mudança feita pela Microsoft no sistema de registro de senhas", explicou Dave Kennerley, engenheiro da Prevx. "Essa mudança tem invalidado muitos registros, principalmente se eles são atualizados sem as considerações de uma nova lista de acesso e controle baseada em regras aplicadas".

A Microsoft aconselhou os usuários afetados pelo problema a entrarem em contato com o serviço de atendimento ao consumidor da companhia.

YouTube chega a 1 bilhão de acessos

O YouTube comemora nesta sexta-feira seu aniversário de três anos desde que foi adquirido pelo Google. E para celebrar a data, anunciou ter atingido mais de 1 bilhão de acessos diários. A informação foi divulgada por Chad Hurley, co-fundador e CEO do YouTube, chamado a atenção para "esse grande momento em nossa curta história".

"Três anos atrás, ... viramos manchete por nos juntarmos ao Google em nosso objetivo comum de organizar a informação mundial (em nosso caso, vídeo) e torná-la mais fácil e rapidamente acessível a todos”, escreveu Hurley no blog da companhia. "Hoje, tenho orgulho de dizer que estamos registrando mais de 1 bilhão de acessos por dia no YouTube".

Hurley destacou ainda as principais evoluções do site nos últimos anos. "Na medida em que a largura de banda aumentou, assim aconteceu com a qualidade dos nossos vídeos. Quando começamos a ver uma demanda por conteúdo mais longo, completo, trouxemos mais programas e filmes para o site", lembrou.

Orkut quer ser mais Facebook e Twitter

A Google já prepara uma nova mudança ao Orkut. Quase um mês após o anúncio oficial de sua mudança visual, a rede social de maior popularidade no Brasil ganhará uma nova funcionalidade que permitirá distribuir conteúdos - no caso, informação - na ferramenta de relacionamento.

Ainda sob fase experimental, conhecida como Beta, o Orkut disponibiliza detalhes técnicos de como é possível inserir um botão de compartilhamento em sites ou blogs, artifício que permite uma maior distribuição de conteúdo e que uma informação se desloque até um perfil pessoal do Orkut, visível posteriormente a todos os amigos da rede social.

Trata-se do modelo de tornar-se menos centralizado e mais flexível, características evidentes que fazem de Facebook e Twitter duas das plataformas sociais participativas mais populares do momento.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Comissão do Senado aprova projeto de lei contra games "ofensivos"

A Comissão de Educação do Senado aprovou projeto de lei de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames ofensivos "aos costumes e às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos".
O projeto de lei, 170/06, altera a lei 7716/89, equiparando a divulgação de conteúdo discriminatório por meio dos videogames ao crime de preconceito previsto no artigo 20 da lei, com pena de um a três anos de reclusão.
"Alguns jogos têm passado de brincadeiras de mau gosto, sendo arsenal de propaganda e doutrinação contra determinadas culturas", avalia o relator Valter Pereira (PMDB-MS), em seu parecer.
"Não é possível confundir liberdade de expressão dos jogos com culto à anarquia, desrespeito à imagem e honra das pessoas e aos cultos com suas liturgias", conclui ele.
O projeto segue para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa.
Em junho, depois de polêmica causada pelo game "Rapelay", que simula estupros, o órgão regulador japonês proibiu games de violência sexual.

Homem compra PlayStation na Sta. Ifigênia e leva caixa com areia

Após comprar um PlayStation 2 com um ambulante na r. Santa Ifigênia (centro), O.I.N., 33, teve uma desagradável surpresa. Chegando em casa, ele percebeu que o peso da caixa não correspondia ao videogame, mas a um saco de areia.
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"Não tinha produto. Tinha um saquinho de areia", descreveu a vítima, afirmando que a embalagem estava devidamente lacrada, tal qual a de um console novo. O valor do prejuízo: R$ 150. O fato ocorreu no último sábado (28) e o presente era para o filho do gráfico.
"Depois, fui pesquisar e vi que era um valor muito abaixo do mercado", lamenta. O preço "em conta" do videogame, cuja fabricante é a Sony, é R$ 449.
O. diz que foi atrás do ambulante, horas depois. Já era tarde, o responsável pelo golpe havia sumido. O gráfico disse não ter registrado boletim de ocorrência.
"Fiquei sem graça. O que eu quero, na verdade, é informar as pessoas que têm filhos e sobrinhos, e que compram isso no Natal para eles. É uma decepção, né." O filho de O., de oito anos, não soube do ocorrido até agora.
"Agora, vou tentar ir atrás de um [PlayStation] original. É melhor, com certeza."